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Crochê terapêutico: como a prática tem ajudado mulheres a superar a depressão e a ansiedade

Atualizado: 20 de jan.



Cada ponto de crochê pode ser muito mais do que uma peça artesanal. Para centenas de mulheres, ele tem se tornado uma poderosa ferramenta de cuidado com a saúde mental.


Focar na repetição dos pontos, contar as laçadas, sentir a textura da linha nas mãos são pequenas ações que ajudam a reduzir significativamente os sintomas de ansiedade e depressão.


Conforme o artigo “Pontos de Cura: Uma Revisão Abrangente sobre o Impacto do Trabalho Manual com Agulha na Saúde Mental e no Bem-Estar” publicado em 2024, a ação manual de crochetar é tão efetiva quanto a meditação.


“Já havia tentado fazer crochê anteriormente, mas nunca tinha conseguido. A forma como Andressa ensina e a calma que transmite me ajudou muito e já virei crocheteira de carteirinha. Ter incluído o crochê na minha rotina está me ajudando muito com a minha ansiedade” comenta a aluna, Marina Gruber Carneiro Orsato.


Há alguns anos, a própria professora e psicóloga Andressa Lopes, idealizadora da Amora Amorinha, teve crises severas de ansiedade associadas a síndrome do pânico. Ela relata que, na época, o crochê foi uma grande ferramenta terapêutica, trazendo a mente para o presente e reduzindo o estado de ansiedade.

No cenário pós-pandemia, quando o isolamento e a incerteza afetaram profundamente a saúde mental das mulheres, os cursos da Amora Amorinha se tornaram muito mais do que um hobby. Segundo a aluna Eliana Gabriela Fagundes Ferreira, “Chegou a pandemia e tudo o que tinha era tempo sobrando, foi quando me apaixonei pelo tunisiano e me aprofundei na técnica.”


Quem quiser experimentar, as inscrições para o Curso Crochê Tunisiano de Verão estão abertas até dia 27 de novembro.

 


 

 
 
 

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